sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Consequences of Sound



Engraçado como a música pode mudar completamente a situação. Você pode ter passado o dia deprimido, está sentado na frente do computador e já passou tanto tempo ali olhando a internet, que nem você mesmo mais sabe o que está fazendo. Eis que surge um post com uma música que não há título, apenas a mensagem embaixo: “E você ainda sabe a letra dessa música inteira”. Quando você aperta para escutar percebe que é abertura de uma serie que você assiste, mas interpretada de uma forma bem diferente da que você costuma escutar, e por algum motivo, isso já serve pra lhe animar.
Da mesma forma o contrário, você está tento um dia bom e de repente duas notas passam para dentro do seu canal auditivo e você já sabe qual é a música, e toda as lembranças pesarosas passam na sua cabeça. As vezes não precisa mais do que essas duas notas, para mudar seu humor, não necessariamente para triste, agonia, nostalgia, alegria, medo, todos são sensações válidas para se ter por uma música. Sim, medo também, lembro muito bem de uma vez em que fiquei acordadas com uns amigos, conversando sobre histórias de terror e de repente o celular de alguém toca, e a música era um lamento cortante que se pode sentir uma lâmina fria passando pela sua espinha e tirando um pedaço de sua alma. Aos seus devidos insultos, ele pôs o celular no silencioso. 
Em filmes é que se pode ver isso, já passei por vários filmes que em determinados momentos eu podia muito bem dizer: “não vai pra ai, olha a música, você vai morrer.... eu não disse?”. Gosto de trilhas sonoras, alias, são sempre muito úteis para escutar quando se quer criar uma história, trilhas sonoras tentam a estabelecer o humor com mais força do que as músicas, bem... normais?, é o trabalho delas, vejam bem, a trilha sonora é feita para passar, ou expressar uma terminada sensação à cena que a sobrepõe. Óperas e músicas inteiramente instrumentais tem, quase o mesmo efeito de trilhas sonoras, se alguém quiser tentar pegar inspiração para criar a partir de músicas.
        Mas um dos maiores ataques (e estranhamente o melhor elogio) ao meu gosto musical foi: “suas músicas são muito artísticas” seja lá o que isso possa queria realmente dizer.   
  









    

sábado, 1 de setembro de 2012


Bem vindo ao dia Bad Wolf. Só exitirá esse comentário sobre isso. Aproveite sua estreia de Doctor Who

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

White Blank Pages



Qual o sentido de se escrever uma história? De contar uma história, ou acontecimentos reais, mesmo aqueles mais comuns do cotidiano? Eu acredito que seja por querer seu ponto de vista ouvido, não que sua opinião seja aceita, ou sequer respeitada, apenas para que esteja visível somente à você ou a todos que queria mostrar.
Eu escrevo seguindo esse pensamento, se eu penso dessa forma, alguém em algum lugar deve pensar assim também. Se não, o que os outros pensariam desse pensamento? Iriam concordar (dificilmente)? Discordar? Ter raiva e tentar me condenar aos infernos por ir completamente contra ao que eles pensam (soa mais razoável)?
Encontro-me, no entanto, em uma espécie de dilema, existe uma história que eu tento fazer, tenho ideias que quero falar, personagem que gritam para abandonar minha mente, mas essa história cresceu, assim como eu, ela parece me acompanhar com o tempo. E por isso, o enredo que eu havia criado já não serve mais, ele se tornou limitado e mal consegue murmurar o que eu tenho a dizer.
A história é sobre um rapaz que é um dos ceifeiros, no mundo em que ele existe (ou seja, na minha cabeça) há mais de um ceifador sinistro vagando sobre a terra, e todos são pessoas vivas. E por algum motivo, esse rapaz é forçado a entrar em uma vida normal, that much I’m sure of, mas os motivos que eu havia criado para isso acontecer não fazem mais jus a história que eu tenho a contar.
Acabei percebendo que eu ainda não sou uma escritora boa o suficiente para dar cargo dessa história. Mesmo eu realmente querendo contá-la, os personagens são meus companheiros a vários anos e eles merecem uma história, e merecem uma história bem contada.
O dilema está em escrevê-la ou não, eu vou re-planejá-la, criar o enredo, mostrar o que precisa ser contado... e meu Deus como ela coça pra sair de minha mente!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

All That Jazz


Há algum tempo atrás fui arrumar a estante que ponho meus livros, eu precisava trocar o lugar das enciclopédias com o dos discos de vinis, já que a prateleira que sustentava os livros estava começando a entortar com o peso mal dividido, além de ter que arrumar lugar para os últimos livros que comprara.
Nessa bagunça eu, que minha irmã ajudou a organizar, nos deparamos com uma coleção de discos de Jazz a muito tempo não escutados. Não posso me dizer a maior de fã de Jazz, mas eu adoro o estilo e conheço já alguma coisa (influência de más companhias). A coleção não é completa, mas eu reconheci algumas músicas que já ouvira algumas vezes antes como I’m Getting Sentimental Over You, Hallellujah e April in Paris. Algumas dessas músicas aparecem em mais de um Disco, interpratadas sempre por outro músico.
Mas do que nunca gostaria de ter uma vitrola, ou qualquer coisa que tocasse vinil que prestasse. Meu pai possui uma vitrola quebrada… “Não está quebrada” ele diria, mas também não tem como funcionar sem a agulha.
Havia ainda outros vinis que me chamaram a atenção, vários de música clássica, uma pequena coleção de Vila-Lobos e dois discos das Paquitas (!?!?!?). Tenho como meta agora encontrar um modo de consertar, (ou o que eu acho mais provável que eu faça), arranjar dinheiro pra comprar uma Vitrola que ainda preste.    
Quantos aos livros eu posso dizer que, por mais que eu ainda tenha livro à ler eu vou sempre continuar comprando mais. Acho que é o único tipo de consumismo que eu caio dentro, eu entro em livrarias se fico admirando os livros, esperando que eles se joguem em meus braços e peçam para levá-los para casa. O que acontece, eventualmente com um livro ou outro, normalmente com pelo menos um livro quando o bolso deixa.

A maioria dos livros que estão na foto eu já li, a maioria eu também gostei, alguns dos meus favoritos não estão visíveis. Mas esses não são todos os livros que estão em minha casa, há outras estantes em outros cômodos, ainda tem os livros de meus pais e a minha coleção de mangás. Imagino se com todos esses livros eu conseguiria construir um pequeno forte… talvez eu tente se um dia tiver a chance.    

E essa é a verdade em que acredito



sábado, 18 de agosto de 2012

Stange Little Amos



Tori Amos é uma cantora que conheci recentemente, por indicação de um amigo. Ou vi algumas músicas e resolvi baixar seus CDs, ela é bastante talentosa, e enquanto eu olhava seus álbuns eu vi um que tinha o nome familiar Strange Little Girls, eu passei o olho, li mais uma vez e fiquei remoendo. Mas... esse era o nome de uns contos de Neil Gaiman. Eu lembrava disso por que houveram alguns desses pequenos contos que eu adorei, ao exemplo de New Age, são histórias de poucas linhas.
             Peguei então a minha cópia de “Príncipe das Histórias”, um livro bibliográfico sobre os trabalhos de Neil, e procurei a parte dos contos. Lá estava escrito o que eu esperava, “Strange Littles Girls” era uma série de pequenos contos que Neil havia escrito por causa do CD de Tori Amos. Neil e Amos são amigos, e ele a ajudou a fazer o disco que não contem músicas originais, são cover de músicas de vários artistas, cada uma dessas músicas representadas por mulheres diferentes. Amos interpretou-as na música, e Neil escreveu suas histórias.
          Para completar, percebi que ainda por cima eu já conhecia Tori Amos antes do meu amigo tê-la indicado para escutar. Pelo menos, já ouvira uma de suas músicas antes. Space Dog. Neil Gaiman postara essa música a meses atrás, e eu adora, mas por algum motivo não baixei para escutar. Nessa música o que eu mais achara engraçado foi que ela cita o nome de Neil, de um modo impossível de passar despercebido. 

Space Dog - Para qualquer um interassado na música
           
            Então, eu indico com muito prazer, assim como meu amigo me indicou, Tori Amos. Afinal de contas, ela toca piano como se estivesse apaixonada pelo instrumento. 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Dance Me Until the End of Love



Há duas semanas decidi começar aulas de Ballet, eu fiz quando tinha 4, aos 6 anos e lembro de gostar bastante. E de uns anos pra cá, eu sempre vinha dizendo que iria recomeçar, mas era só falatório. Até agora.
É bastante complicado, a instrutora (que é mais nova do que eu!) ainda está no básico com a sala, pelo que me disseram é claro, a primeira semana foi apenas alongamento, para amolecer os músculos que deveriam estar enferrujados durante as férias (férias de 5 anos no meu caso, exatamente 5 anos de sedentarismo jogados fora). Nesse primeiro dia a sala tava quase vazio, eu e algumas outras meninas, parando pra pensar agora, eu devo ser uma das mais velhas lá... meio depressivo.
Eu no Ballet
         Algo que vale comentar é que Renally ( a professora) disse que eu já um flexibilidade boa, pelo menos para o tempo que eu ficara parada. No início apenas minha pernas ficaram doloridas, apesar da gente também fazer exercício para os braços, nessa última aula, no entanto, minhas costas ficaram doendo e quando eu fui alongar para tentar aliviar a dor, percebi que conseguia encostar minhas mãos nos meus pés! Eu não lembro quando foi a última vez que eu fiz isso enquanto estava de pé, nem quando eu fazia educação física no colégio.
         Última aula também houve um pequeno incidente com um passo (que o nome eu não vou lembrar) que consistia em ficar de ponta de pés, com uma perna a frente da outra e girar, de modo a trocar a perna que estava à frente. Um belo desastre, eu fiquei completamente perdida, depois fui perceber que eu girava para o lado errado para a perna que ficava na frente.
           
        Estou fazendo as aulas no instituto Fernanda Barreto, duas vezes por semana, irá ter uma apresentação no final do ano, e tema que disseram seria uma peça da Bela Adormecida, não sei irei participar, ou se me colocariam para participar, alias, afinal eu acabei de começar.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

DOO WEE OOH


Então, agora no início de setembro uma das minha séries favoritas recomeça em sua sétima temporada. E como eu estou muito ansiosa esperando essa temporada, resolvi falar sobre essa série.
Doctor Who é um programa britânico que está no ar desde de 1963, isso quer dizer, nessa nova temporada o show completará 50 anos! A maioria dos fãs estão bastante ansiosos (e cheio de expectativas insanas) sobre o episódio de comemoração, que está sendo escrito por Mark Gatiss.
A série se trata da história do Doctor, que é um alienígena com uma espaçonave que também é uma máquina do tempo chamada TARDIS (Time And Relative Dimension In Space, vulgo Sexy). Nessas viagens  conhecendo pessoas novas, às vezes ele os chama para serem seus companheiros, para conhecer o universo junto a ele (a bola da vez está com os Ponds, Amy e Rory).
É bastante divertida a história, no entanto há seus episódios intensos, para quem quiser começar a assistir,  eu indicaria um episódio da 3ª temporada, chamado: Blink. Um dos meus favoritos, e não é uma história que está diretamente a trama, só está ligado ao universo Who.
A sétima temporada também será marcada pela saída dos atuais companheiros, e toda despedida é triste, mas no caso de DW pode ser devastadora, parafraseando Steven Moffat: Se a partida dos Ponds não fizer você chorar abertamente, então não terei feito meu trabalho direito. A rumores no ar (espalhados pelo próprio Moffat) que um dos dois atuais companheiros irá morrer, isso não diminui o nervosismo para a temporada que está preste a começar.
Imagem desenhada por sheridan grad 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A Carta Perdida


No início desse ano escrevi uma carta para que eu lesse quando o ano chegasse ao meio. Lá estavam escritos alguns pensamentos e acontecimentos, coisa que provavelmente só quem conhece MUITO BEM conseguiria entender. Escrevi ela em uma folha do meu caderno de desenho e direto em uma caneta preta, ela tomou apenas uma página. Guardei para que depois de seis meses eu a encontrasse, mas a deixei em um lugar escondido para que eu me esquecesse e procurasse mais tarde onde eu a guardara. Em resumo, eu a perdi. Eu achei que era melhor colocar em algum lugar que não fosse tão óbvio, para eu não cair na tentação e ler antes do tempo... mas não lembro mais onde foi isso.
 Revirei meu quarto de cabeça pra baixo, uma prateleiras cheia de papéis caiu em cima de meu joelho, eu fiquei com alergia a toda a poeira levantada, procurei até na minha gaveta de roupas! Não está em lugar nenhum!
Contei essa história pra alguns amigos, acho que no dia que a prateleira caiu em meu joelho, lembro de estar bastante frustrada nesse dia. Uma carta pra si é bastante interessante. Você vê o seu passado, suas memórias, quem você foi. A cada dia que se passa você muda, não muito, mas adquire conhecimentos e pensamentos que você não tinha no dia anterior. Após seis meses você poder ser uma pessoa completamente diferente.
             Vou continuar procurando essa carta. Ela existe, disso eu tenho certeza. Da próxima vez eu a colo no teto, por que aí eu sempre vou saber onde está, mas não vou conseguir ler.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Elizabeth Cochrane: pen warrior


Estou tentando realmente começar um blog, dessa vez vou me cobrar de verdade, afinal é uma coisa minha que eu vou produzir e “guardar” como lembrança.

Acho sempre interessante pesquisar sobre mulheres revolucionárias, pessoas revolucionarias de modo geral são bastante complexas, pelas suas ideias e ações, mas mulheres  com pensamento a frente da época me inspiram mais profundamente. Por toda a coragem e segurança que elas demonstraram em fazer o que queriam, e não o que se era esperado que fizessem. A história de uma dessas mulheres apareceu em minha frente há algumas semanas atrás.

Enquanto estava  na internet fazendo basicamente nada, vi um texto curto no blog de Neil Gaiman (http://neil-gaiman.tumblr.com/) sobre uma jornalista chamada Nellie Bly.

File:Nellie Bly 2.jpg
Elizabeth Jane Cochrane (seu nome de batismo) nasceu no dia 5 de Maio de 1864, na cidade de Cochran Mill na Pensilvânia, terceira filha de Michael e Many Jane Cochran. Seu pai morreu logo após de mudar sua família para Apollo, Pensilvânia, quando Cochran tinha ainda 5 anos, ela educou a si mesma pela livraria particular e anotações de seu pai. Tendo que sustentar sua família com uma mesada retraída, sua mãe casou-se com Jonh Jackson Ford em 1873. Mas após anos de abuso, Mary Jane conseguiu o divórcio com a ajuda do testemunho de Elizabeth. Cochran foi educada na Methodist Episopal Church em Apollo, mudou seu nome para “Cochrane” quando tentara ingressar na Indiana State Normal School em Indiana, para torna-se professora. Mas devido a problemas financeiros, largou os estudos e mudou-se com a família para Allegheny City.

Quando escreveu uma resposta criticando uma coluna do Pittssburgh Dispatch de Erasmus Wilson, artigo o qual falava da inabilidade das mulheres em executar seu papel como donas de casa, e criticava a contratação de mulheres em escritórios e outras firmas, Cochrane foi contratada por George Madden como a primeira mulher repórter do jornal. Ele a convenceu a usar o pseudônimo de “Nellie Bly” da música de Stephen Collins Foster. Sua falta de educação formal mostrou-se bastante modelável ao jornalismo, deixando passar opiniões pessoais e caracterizações detalhadas.

Seus artigos perturbavam donos de fabricas e oficial públicos tanto que Conchrane foi posicionada para fazer colunas em moda e sociedade, que provocaria menos controvérsia. Ela demitiu-se como repórter em tempo integral para tomar uma carreira de autônoma, escrevendo sobre suas experiências para o Pittsburgh Dispatch enquanto viajava com sua mãe para o México.

Ela foi deportada do México em Junho de 1886, devido as suas críticas sociais sobre a falta de igualdade e de flexibilidade do governo.   

Mudou-se para Nova York onde se juntou ao Joseph Pulitzer do New York World, o que a estabeleceu como jornalista global no fim de 1887. Conchrane voluntariou-se para internar-se no Asilo para mulheres com problemas mentais, sobre o nome de Nellie Brown. Ela reportou as condições precárias e comportamento abusivo que os pacientes passavam. Conchrane realizou vários trabalhos que necessitaram o uso de disfarces, mas seu trabalho mais ambicioso foi uma viagem ao redor do mundo como no romance de Jules Verne, Volta ao mundo em oitenta dias. Ela chegou a conhecer o próprio Verne durante sua passagem pela França.

 Chegou em Nova York em janeiro de 1890, após 72 dias de viagem. No entanto não recebeu nenhuma recompensa pelo seu esforço.  Tomou então uma breve pausa para ensinar e voltou ao jornal em 1893. Entrevistou a anarquista Emma Goldman e o socialista Eugene Debs.

Ela deixou o New York World, e trabalhou para o Chicago Time-Herald por seis semanas antes de se casar com Robert Livingston Seaman, milionário de industria de 72 anos da Iron Clad Manufacturing Company, em abril de 1895. Cochrane teve desavenças com a família e os sócios de seu esposo. Voltou a trabalhar para o New York World focando majoritariamente nos problemas que mulheres enfrentavam, cobrindo eventos como o National Woman Suffrage em Washington e entrevistas com mulhres como Susan B. Anthony, que sugeria que mulheres pudessem lutar na guerra entre os EUA e México.

Depois disso ela tomou uma pausa de 16 anos, seu marido morreu em 1904 e ela ajudou a correr a  sua companhia e fundou, eventualmente a American Steel Barrel Company, que marcou como a primeira companhia do gênero na América.

Em 1914 ela viajou para a Áustria depois de problemas financeiros devido a herança de seu falecido esposo, juntamente com a apropriação de sua empresa. De lá ela reportou para o New York Evening Journal os acontecimentos da Grande Guerra que estourara pouco depois de sua chegada. Sua simpatia pelo povo austríaco e seu chamado por ajuda eventualmente gerariam problemas em seu retorno aos Estados Unidos em 1919, uma vez que os EUA declararam guerra contra eles.

Ao fim da guerra sem mais fundos, Conchran escreveu colunas de ajuda para o Evening Journal, permaneceu forte ao seu ativismo e ajuda aos órfãos e aos pobre. Suas colunas não chamavam mais tanta atenção, uma vez que mais mulheres eram contratadas como jornalistas. Morreu de pneumonia em 1922.
Elizabeth Cochrane permaneceu conhecida como uma das primeiras reportes investigativas, por suas histórias durante sua internação no asilo, sua defesa contra sociedade abusiva, suas viagens.

Seus trabalhos foram documentos nestes livros:
Ten Days in a Mad-house; or, Nellie Bly’s Experience on Blackwell's Island. Feigning Insanity in Order to Reveal Asylum Horrors. New York: N.L. Munroe, 1887.
Six Months in Mexico. New York: J.W. Lovell, 1888.
The Mystery of Central Park: A Novel. New York: G.W. Dillingham, 1889.
Nellie Bly's Book: Around the World in Seventy-Two Days. New York: Pictorial Weeklies, 1890.

Texto baseado na biografia preparada de Matthew Lavelle